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Para pais

Meu filho tem dificuldade. É preguiça ou é algo a mais?.

Esta pergunta cabe. E ela merece uma resposta cuidadosa, não um rótulo apressado.

Esta área é para pais de adolescentes. A ideia é acolher a sua preocupação, oferecer leitura clínica honesta e ajudar você a entender quando uma dificuldade pede paciência, quando pede ajuste de rotina e quando vale procurar avaliação médica.

Se você está aqui, provavelmente já ouviu de alguém que o seu filho é preguiçoso, desatento, malcriado ou imaturo. Talvez tenha ouvido também a hipótese de TDAH. As duas leituras costumam ser parciais. Nem toda dificuldade é falta de esforço. E nem toda dificuldade é TDAH.

O que costuma estar por trás

Adolescente que não consegue focar, que não gosta de estudar, que dá trabalho na escola ou que aprende em ritmo diferente pode estar lidando com várias coisas ao mesmo tempo: a própria fase da adolescência, sono insuficiente, uso intenso de telas, ansiedade, dificuldade específica de aprendizagem, método de estudo pouco eficaz, conflitos familiares e, sim, em parte dos casos, TDAH.

O trabalho clínico começa quando paramos de escolher uma única explicação fácil e passamos a investigar com método. É isso que o DSM-5-TR pede e é isso que uma avaliação honesta entrega.

Quando vale procurar avaliação

Quando a dificuldade é persistente, aparece em mais de um contexto, dura semanas ou meses e impacta escola, sono, vínculos ou autoestima. Quando o esforço do adolescente parece desproporcional ao resultado. Quando vocês, pais, já tentaram rotina, conversa e ajuste de combinados, e mesmo assim a coisa não anda.

O que esta área oferece

Quatro textos com leituras clínicas das queixas mais comuns que chegam ao consultório. Cada texto explica o que pode ser TDAH, o que pode ser outra coisa, e quando vale procurar ajuda. Sem alarmismo e sem promessa de diagnóstico.

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Perguntas frequentes.

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